Tem muita gente que se distrai e é feliz pra sempre, sem conhecer as delícias de ser feliz por uns meses, depois infeliz por uns dias... Viver não é seguro. Viver não é fácil. E não pode ser monótono. Mesmo fazendo escolhas aparentemente definitivas, ainda assim podemos excursionar por dentro de nós mesmos e descobrir lugares desabitados em que nunca colocamos os pés, nem mesmo em imaginação. E, estando lá, rever nossas escolhas e recalcular a duração de "pra sempre". Muitas vezes o "pra sempre" não dura tanto quanto duram nossa teimosia e receio de mudar.
Te amo mesmo, talvez pra sempre. Mas nem por isso eu deixo de ser feliz ou viver minha vida !
Não somos um casal melado, mas duvido que tenha alguém que duvide do nosso amor. Quer dizer, a gente duvida, mas a gente é LOUCO !
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Até Breve !
Nunca gostei da palavra adeus. Ela me parece forte demais. Deixa no ar uma ligação direta com o findar de uma existência de amizades. Tem o cheiro apavorante de um quarto de enfermo. Soa como uma despedida da vida. Prefiro, quando me despeço, dizer, um até mais, um até breve.
Faz um ano e meio que estou no aqui onde fui acolhido com muitas mãos de flores, com muitas línguas perfumadas, com doces olhares de bondade. Mais também tive um ardo caminho durante esse tempo A vida ensinou-me a não tomar decisões precipitadas, ingratas. Achei, por isso, que seria mais prudente tirar umas "férias", um projeto cultural profundamente bem elaborado, mas, cujas janelas, ultimamente, por onde entrava o sol ardente da liberdade estão sendo decoradas com cortinas pintadas com a cor do luto da inimizade, da injustiça, das ofensas pessoais.
Se um dia resolver voltar, espero que suas portas por onde entraram tantas delícias de muitas almas de luz, sensíveis, naturais, continuem abertas para novamente abrigar o mesmo coração aberto de esperanças cuja a mudança é necessária.
Uma glória. Uma vitória, um sonho, para quem aprendeu a desejar pouco da vida. Não fujo no meio da noite, não sou desleal com os amigos, com você que cobriu muitas das minhas dores com o teto seguro. Saio num meio de tarde aspirando uma brisa que parece querer me dizer que a desesperança no amanhã nunca é para sempre.
Falei para as calçadas enluaradas, para as caçadas em busca da felicidade. Fiz poemas para as estrelas. Bisbilhotei minha infância. Mandei cartas sem fim para minhas saudades. Clamei para a volta da esperança. Ansiei pela eternidade. Pela felicidade plena.
Escrevi doces recados para os pássaros. Tentei esconder o ontem. Pedi aos céus sinais de luz. Espalhei orações. Fabriquei a fé. Perdi-a nas noites escuras. Recuperei-a ao nascer de muitas alvoradas. Dei vida para muitos cansados telhados. Mandei um beijo interminável para vida. Amei muitas manhãs de chuvas. Apaixonei-me pelo sol poente. Odiei-o por me trazer tantas tristezas.
Enviei carta dura para a morte. Exaltei a vida, o amor com todas as suas ilusões e desilusões. Cobrei do ciúme exagerado uma nova postura. Aconselhei os corações ateus. Tentei abrir a fechadura espiritual de muitas almas. Sonhei ser santa. Sofri ao ver tantos indigentes deixando suas moribundas digitais em tantas portas que não se abriam.
Rasguei o ventre da terra. Vi muitos meninos desnudos brincando de nada. Inventei e reinventei sonhos. Copiei as esperanças alheias. Brindei bebendo pingos de luar, gotas de orvalho. Com a revolta que irrompe da injustiça, critiquei o Pai Noel por injuriar os sonhos dourados de muitas crianças pobres, por prometer e não cumprir. Senti como são longas e ingratas as asas do tempo.
Castiguei os corações desgovernados. Falei para a razão e a emoção. Pedi explicações sobre a diferença de amor e saudade. Ouvi no começo da primavera o primeiro canto de um sabiá. Escrevi uma grande carta para os múltiplos encantamentos da vida. Supliquei para a esperança acelerar seus passos. Senti como somos indiferentes com a dor que mora ao nosso lado. Vi que as cidades são grandes teatros de mentiras e assim mesmo, numa insensatez da minha alma, ansiei ser cidade quando espiava, um dia, meu particular horizonte de saudades.
Espalhei tantas cartas pelas ruas escuras. Muitas os ventos as levaram. Outras o tempo as escondeu, tantas a vida as reescreveu. Um dia resolvi sair pelas calçadas, pelas esquinas, pelas praças, recolhendo, sob a luz das estrelas ou sob a luz do sol ardente, retalhos de cada uma delas que pudessem contar um pedaço da minha vida que, mesmo andando entre a tristeza e a felicidade, é esperança que não cessa, é amor que não se acaba.
Entendi que a vida é feita de momentos, de pedaços, de sonhos que nascem no coração e acordam nos parapeitos das janelas. Muitos ficam, empoeirados nas prateleiras da alma, outros viram realidade e constroem, mesmo entre o riso e o pranto, um livro, que o danado do tempo jamais conseguirá fazer cair no esquecimento humano e para sempre ficará guardado Hoje sou sonho completo. Sou lábios que agradecem a Deus as bondades que me ofertou. Sou grata aos amigos que aqui garimpei. Sou grata a Você, por ter me permitido ser páginas escritas com os olhos da alma desse livro da minha vida. Não sei por quanto tempo ficarei ausente dessas “férias” forçadas. A vida e o tempo são meus donos. Talvez, se um dia voltar, e, se assim me for permitido, muita coisa tenha mudado, muitas vitórias tenham sido conquistadas, afinal, não se abre, impunemente, ao sopro dos ventos, uma mão carregada de pó de ouro.
Faz um ano e meio que estou no aqui onde fui acolhido com muitas mãos de flores, com muitas línguas perfumadas, com doces olhares de bondade. Mais também tive um ardo caminho durante esse tempo A vida ensinou-me a não tomar decisões precipitadas, ingratas. Achei, por isso, que seria mais prudente tirar umas "férias", um projeto cultural profundamente bem elaborado, mas, cujas janelas, ultimamente, por onde entrava o sol ardente da liberdade estão sendo decoradas com cortinas pintadas com a cor do luto da inimizade, da injustiça, das ofensas pessoais.
Se um dia resolver voltar, espero que suas portas por onde entraram tantas delícias de muitas almas de luz, sensíveis, naturais, continuem abertas para novamente abrigar o mesmo coração aberto de esperanças cuja a mudança é necessária.
Uma glória. Uma vitória, um sonho, para quem aprendeu a desejar pouco da vida. Não fujo no meio da noite, não sou desleal com os amigos, com você que cobriu muitas das minhas dores com o teto seguro. Saio num meio de tarde aspirando uma brisa que parece querer me dizer que a desesperança no amanhã nunca é para sempre.
Falei para as calçadas enluaradas, para as caçadas em busca da felicidade. Fiz poemas para as estrelas. Bisbilhotei minha infância. Mandei cartas sem fim para minhas saudades. Clamei para a volta da esperança. Ansiei pela eternidade. Pela felicidade plena.
Escrevi doces recados para os pássaros. Tentei esconder o ontem. Pedi aos céus sinais de luz. Espalhei orações. Fabriquei a fé. Perdi-a nas noites escuras. Recuperei-a ao nascer de muitas alvoradas. Dei vida para muitos cansados telhados. Mandei um beijo interminável para vida. Amei muitas manhãs de chuvas. Apaixonei-me pelo sol poente. Odiei-o por me trazer tantas tristezas.
Enviei carta dura para a morte. Exaltei a vida, o amor com todas as suas ilusões e desilusões. Cobrei do ciúme exagerado uma nova postura. Aconselhei os corações ateus. Tentei abrir a fechadura espiritual de muitas almas. Sonhei ser santa. Sofri ao ver tantos indigentes deixando suas moribundas digitais em tantas portas que não se abriam.
Rasguei o ventre da terra. Vi muitos meninos desnudos brincando de nada. Inventei e reinventei sonhos. Copiei as esperanças alheias. Brindei bebendo pingos de luar, gotas de orvalho. Com a revolta que irrompe da injustiça, critiquei o Pai Noel por injuriar os sonhos dourados de muitas crianças pobres, por prometer e não cumprir. Senti como são longas e ingratas as asas do tempo.
Castiguei os corações desgovernados. Falei para a razão e a emoção. Pedi explicações sobre a diferença de amor e saudade. Ouvi no começo da primavera o primeiro canto de um sabiá. Escrevi uma grande carta para os múltiplos encantamentos da vida. Supliquei para a esperança acelerar seus passos. Senti como somos indiferentes com a dor que mora ao nosso lado. Vi que as cidades são grandes teatros de mentiras e assim mesmo, numa insensatez da minha alma, ansiei ser cidade quando espiava, um dia, meu particular horizonte de saudades.
Espalhei tantas cartas pelas ruas escuras. Muitas os ventos as levaram. Outras o tempo as escondeu, tantas a vida as reescreveu. Um dia resolvi sair pelas calçadas, pelas esquinas, pelas praças, recolhendo, sob a luz das estrelas ou sob a luz do sol ardente, retalhos de cada uma delas que pudessem contar um pedaço da minha vida que, mesmo andando entre a tristeza e a felicidade, é esperança que não cessa, é amor que não se acaba.
Entendi que a vida é feita de momentos, de pedaços, de sonhos que nascem no coração e acordam nos parapeitos das janelas. Muitos ficam, empoeirados nas prateleiras da alma, outros viram realidade e constroem, mesmo entre o riso e o pranto, um livro, que o danado do tempo jamais conseguirá fazer cair no esquecimento humano e para sempre ficará guardado Hoje sou sonho completo. Sou lábios que agradecem a Deus as bondades que me ofertou. Sou grata aos amigos que aqui garimpei. Sou grata a Você, por ter me permitido ser páginas escritas com os olhos da alma desse livro da minha vida. Não sei por quanto tempo ficarei ausente dessas “férias” forçadas. A vida e o tempo são meus donos. Talvez, se um dia voltar, e, se assim me for permitido, muita coisa tenha mudado, muitas vitórias tenham sido conquistadas, afinal, não se abre, impunemente, ao sopro dos ventos, uma mão carregada de pó de ouro.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Nasci Cedo.
Quem nasce cedo,
Aprende que a vida não é um mar de rosas não!
Quem nasce cedo,
Cedo colhe aquilo que plantou.
Quem queima os dedos,
Logo aprende a não brincar com fogo.
Quem lambe os dedos,
Morde os beiços de admiração.
Quem me dá sossego,
Também tira meu sossego!
Quem tem meu tempo,
Também invade o meu sono.
Quem vê meus medos,
Sabe que eu nasci cedo!
E quem têm minha verdade,
Sabe que na verdade eu queria estar com você.
Você estando bem
Está tudo bem!
Quem nasce cedo,
Paga pelos seus erros.
Quem teme o tempo,
Teme o passar do tempo.
Quem veio cedo,
Veio pra passar o tempo.
De quem têm medo
O medo passa com o vento. . .
Mas vamos tentar
vamos ficar separados
quem sabe a vida inteira.
talvez alguns minutos,
pois muito além do que gostar de mim
é ter confiança no que sou e se você contribuir ..
Que seja bom para nós dois !
Aprende que a vida não é um mar de rosas não!
Quem nasce cedo,
Cedo colhe aquilo que plantou.
Quem queima os dedos,
Logo aprende a não brincar com fogo.
Quem lambe os dedos,
Morde os beiços de admiração.
Quem me dá sossego,
Também tira meu sossego!
Quem tem meu tempo,
Também invade o meu sono.
Quem vê meus medos,
Sabe que eu nasci cedo!
E quem têm minha verdade,
Sabe que na verdade eu queria estar com você.
Você estando bem
Está tudo bem!
Quem nasce cedo,
Paga pelos seus erros.
Quem teme o tempo,
Teme o passar do tempo.
Quem veio cedo,
Veio pra passar o tempo.
De quem têm medo
O medo passa com o vento. . .
Mas vamos tentar
vamos ficar separados
quem sabe a vida inteira.
talvez alguns minutos,
pois muito além do que gostar de mim
é ter confiança no que sou e se você contribuir ..
Que seja bom para nós dois !
sábado, 13 de novembro de 2010
É Isso ...
Essa chuva foi um sim para tudo que eu estava pensando ontem à noite, para todas às lágrimas que até então controlei e que agora já não consigo mais. Essas poucas horas que se passou de ontem até hoje não me fizeram ter vontade de NÃO chorar, só em chorar,chorar aquele choro da alma, aquele que em tanto momentos eu precisei e não o fiz. E só agora depois de duas horas de sono, aqui estou eu, preparada pra chorar pela PRIMEIRA VEZ por estar triste, por estar com raiva de mim, eu não choro por ódio, nenhuma lágrimas dessas que agora escorrem são ódio. São apenas tristeza por eu sentir ódio por não conseguir. Desde que eu cheguei neste lugar sabia que se eu quisesse viver bem, para o bem, eu precisaria de paciência, aquela Patience do Guns n' Roses mesmo. Primeiro eu não a tive, depois eu a tive demais, hoje eu vejo ela fugindo de mim, eu pareço estar acenando pra ela. Como quem diz '- vá!' Eu entrei nesse jogo achando que saberia jogar, que dessa vez eu seria esperta, que DESSA VEZ eu não precisaria estar chorando. Eu realmente entrei no jogo sabendo jogar, eu joguei muito bem no inicio, mas com um jogo desse tão distante do final, realmente eu deveria me preocupar, eu deveria ter acreditado que seria difícil. Mas aí, eu sempre acho que sei tudo,que tô sempre no comando, magina EU sei o que tô fazendo .. doce engano, não sei nada. Então, você percebe que andou demais, olha para trás, e não dá para voltar, mais precisa voltar. E olho para frente e a estrada que continua se transformando em curvas sinuosas, cheias de pequenas estradas que te levaram a um novo rumo, uma nova direção. Essas pequenas estradas são de terra, algumas esburacadas, algumas belas com flores e até dá vontade de passar, de pegar, de sentir.Mais é seguro!? O que seria mais seguro cair em um barranco de vez ou caminhar entre flores com medo de encontrar espinhos !? Eu não contava que me perderia dessa forma. Sabe muito de mim, mas do que qualquer um sabe, e entende muito bem as coisas da forma das quais eu coloco. Não quero que NINGUÉM me faça perguntas sobre este texto, conclua o que quiser, eu apenas preciso escrever.Mais eu não quero ter que reproduzi-lo em um diálogo. O poder de uma frase é incrível, uma frase que pode ser inofensiva,e se torna sua vilã em menos de algumas horas quando falada. Mais FODA-SE, eu tinha que estar preparada pra isso! Não se preparou porque é uma besta, que ficar acreditando que o céu é sempre branco de chuva e que pelo menos uma vez por semana os raios iluminaram o céu, bem feito! Esse aqui é o meu ódio. Eu quero me distrair, não com essas palavras, mas foi algo sobre distrair-se que causou isso. Você estalou os dedos pra mim, para que talvez eu acordasse. Eu ainda não acordei. Eu não procurei distração, porque quando algo te faz feliz todos aqueles espaços são preenchidos, como você poderá alugá-lo para outra pessoa. Se eu me distrair será platônico, não da minha parte, da outra. Você me soltou como um pai solta o filho ao caminhar, como uma criança solta o balão, e ele voa. Nesse caso a criança chora. Eu ainda sinto a tua mão querendo pegar na minha, eu ainda sinto tudo o que deveria sentir. Eu passo quieta por você, você passa quieto por mim, e eu ainda escuto o barulho que agente faz !. Me dê uma distração, afinal, uma hora todos devem se distrair não é? Inclusive você. Quando você olha para o céu esperando que uma estrela caia, ela nunca cairá, você apenas vai se frustrar. Eu sempre olho pro céu esperando que uma caia pra então fazer um pedido. e quando você a procura ela nunca aparece, mas de repente você está distraido e você olha o céu, e lá está ela caindo, e você faz um pedido . Esse sentimento transformou-se em algo religioso o meu querer. Algo que me fez acreditar muito, pensar menos na realidade. Eu estou ainda com os pés no chão, os olhos no céu e ainda fico sonhando TODOS os planos. Mas vamos viver, vamos viver. Mas não, por favor, não me obrigue a acordar. Não dessa maneira. Fim !
- me pergunto sempre se você não teceu em volta de mim uma porção de coisas irreais.
e a resposta, sempre a mesma.
- me pergunto sempre se você não teceu em volta de mim uma porção de coisas irreais.
e a resposta, sempre a mesma.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Cadê !?
Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maiorias das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece !
Queria saber onde estão aquelas pessoas de verdade, que a gente não compra mas também não vive sem. Aquele amigo que mudou para o outro lado do mundo mas você não pensa duas vezes antes de pegar o carro, o ônibus ou o avião e fazer uma visita. Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz.
Algumas pessoas simplesmente valem a pena.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito.
Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades.
Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável.
*LONGE DE TODA A NEGATIVIDADE DESSE MUNDO SUJO !
Queria saber onde estão aquelas pessoas de verdade, que a gente não compra mas também não vive sem. Aquele amigo que mudou para o outro lado do mundo mas você não pensa duas vezes antes de pegar o carro, o ônibus ou o avião e fazer uma visita. Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz.
Algumas pessoas simplesmente valem a pena.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito.
Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades.
Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável.
*LONGE DE TODA A NEGATIVIDADE DESSE MUNDO SUJO !
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
É a Hora.
Me recordei de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade em ser permanente.
Minha fome é sobrevivência, minha vontade é mecânica, minha beleza é esforço, meu brilho é choro, meus dias são pontes para os dias de verdade que virão quando essa dor acabar, meus segundos são sentidos em milésimos de segundos, o tempo simplesmente não passa !
Entre idas e vindas me resumo feliz. Entre altos e baixos me resumo equilibrada. Sendo assim, tá na cara e não tem pane: Ando meio mal, mas vou sair dessa.
Atiram a gente nesse mundo, nosso coração sente um monte de coisa desordenada, nosso cérebro pensa um monte de absurdo. E a gente ainda precisa ser superequilibrada para ganhar alguma coisa da vida. Como se só por estar aqui, aturando tanta maluquice, a gente já não devesse ganhar aí um desconto para também ser louco de vez em quando.
Dessa vez tudo vai ser a meu modo, seja ele do modo mais louco ou mais consciente vai ser a MEU modo.
Sinto a vibração contagiante da MUDANÇA, e isso me deixa mais tranqüila.
Minha fome é sobrevivência, minha vontade é mecânica, minha beleza é esforço, meu brilho é choro, meus dias são pontes para os dias de verdade que virão quando essa dor acabar, meus segundos são sentidos em milésimos de segundos, o tempo simplesmente não passa !
Entre idas e vindas me resumo feliz. Entre altos e baixos me resumo equilibrada. Sendo assim, tá na cara e não tem pane: Ando meio mal, mas vou sair dessa.
Atiram a gente nesse mundo, nosso coração sente um monte de coisa desordenada, nosso cérebro pensa um monte de absurdo. E a gente ainda precisa ser superequilibrada para ganhar alguma coisa da vida. Como se só por estar aqui, aturando tanta maluquice, a gente já não devesse ganhar aí um desconto para também ser louco de vez em quando.
Dessa vez tudo vai ser a meu modo, seja ele do modo mais louco ou mais consciente vai ser a MEU modo.
Sinto a vibração contagiante da MUDANÇA, e isso me deixa mais tranqüila.
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